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Aqui está o resume do livro, feito com o "Summarizer(c)"
Antes de fazer o download do livro, pode ver se há coisas que lhe interessem
Conceitos:
fracassos, êxito, primeira, confiança, autoconfiança, positivos, medo, Passo, atitude, carismáticas, apreciam, aprendeu, praticar, vida inteira, confiança.
Resumo:
A confiança é, primeiro que tudo, um reflexo de uma auto-imagem positiva.
Para se ter confiança em si próprio é necessário gostar de si.
Para inspirar confiança aos outros, é necessário aprender a ter confiança em si.
Para convencer os outros, primeiro tem de se convencer a si.
Por que razão as pessoas carismáticas não têm quaisquer problemas em encontrar gente que as siga?
Porque elas estão convencidas de estar a fazer a coisa certa.
Aprendendo a apreciar-se, adoptando a atitude de que o êxito é um direito seu, pois você é tão inteligente, competente e cuidadoso como qualquer outro, o potencial do sou êxito aumentará astronomicamente.
No entanto, a autoconfiança é extremamente volátil.
Aparece e desaparece sem percebermos exactamente porquê, à primeira vista.
Note que eu disse "à primeira vista"!
Porque alguns momentos de introspecção são normalmente suficientes para descobrir o mistério que está por detrás do desaparecimento repentino da sua autoconfiança.
Quando andava na escola, provavelmente partilhava algumas das suas apreensões sobre os exames com os seus pais e o mais provável é que tenham dito algo parecido com: "Se achas que não consegues, então não vais mesmo conseguir!"
Este princípio simples deveria manter-se connosco durante a nossa vida inteira, como se fosse um anjo da guarda.
Porque a confiança gera o êxito que, por sua vez, gera mais êxito.
Ao perder a confiança, experimentará fracasso após fracasso.
Para adquirir autoconfiança, o género que irradia de personalidades magnéticas e que é o ingrediente elementar do carisma, tem de ter perseverança.
Não é tão difícil como parece.
Por exemplo, lembra-se da primeira vez que andou de bicicleta, ou a primeira vez que andou de patins ou esquis?
É natural que tremesse de medo, tal como a maioria das pessoas.
No entanto, agora, andar de bicicleta, patina ou faz esqui, parece-lhe a coisa mais natural do mundo.
Após ter finalmente dominado o mistério de avançar lentamente em primeira velocidade, com os dentes rangendo e o suor a cair-lhe da testa, aprendeu a manobrar no meio do transito, a estacionar, a arrancar numa subida e aí por diante.
No entanto, hoje conduz quase mecanicamente sem problemas!
Tem plena confiança na sua capacidade como condutor e o êxito vem-lhe automaticamente.
Vai seguir um método progressivo que consiste em duas partes, cada uma destas subdividida em inúmeros passos.
Primeiro, irá aprender a reconhecer o seu próprio valor e a manter a consciência disso.
Em seguida, aprenderá a auto-afirmar-se, isto é, a aplicação prática da sua nova autoconfiança, no dia-a-dia.
Numere metodicamente os seus pontos fortes, tal como as ocasiões em que os utilizou positivamente.
· Em que áreas possui capacidades especiais?
Estas poderão ser capacidades profissionais, de passatempos, desportivas, etc.
· Que coisas tangíveis conseguiu realizar (êxito académico ou profissional, criar filhos, um bom casamento, êxito na vida pessoal, no desporto, etc.)?
· Em que ocasiões teve o prazer de experimentar o êxito?
Procure pela sua memória, indo o mais para trás possível, até à sua infância.
· O que é que as pessoas que conhece apreciam em si?
No que respeita a autoconfiança, é tão importante saber coleccionar selos como mudar uma vela no seu carro ou saber manter um bom ambiente familiar.
Leia e releia a sua lista de êxitos.
Até as pessoas mais carismáticas fracassam de vez em quando.
Mas, ao contrário destas, a nossa reacção ao fracasso pode ser catastrófica.
Muitos ficam a pensar sobre os obstáculos e as desilusões e acabam por se deixar dominar por eles durante a vida inteira.
Todos apreciam a sua atitude optimista e muitos, naturalmente, o invejam por isso.
Não se preocupe, não é porque o seu estado psíquico se deteriorou, mas simplesmente porque, ao acostumar-se a escrever os seus pensamentos negativos, tomará mais consciência deles e poucos escapam à sua detecção.
Concentre-se exclusivamente nos pensamentos positivos e tome nota no seu bloco de notas ao lado da respectiva data em que os teve.
Por exemplo, algumas pessoas sentem-se mal por terem fracassado com os seus filhos, por não os terem encorajado a obterem uma boa educação, porque os seus filhos preferiam passar o tempo na praia a praticar windsurf em vez de irem para o colégio.
Faça-o cerimoniosamente, como se estivesse a executar um ritual simbólico extremamente importante.
Primeiro, tenha a certeza de evitar qualquer demonstração de insatisfação, tais como suspiros, gritos, lágrimas, etc. Dizer não, não significa que tem de bater com o punho na mesa com toda a força.
O que precisa é de ser firme.
Aqui tem algumas regras: em breve perceberá o quanto são eficazes.
Ouça o pedido com atenção e leve tempo para pensar antes de responder.
Por exemplo, se alguém telefonar a pedir-lhe que vá às compras com ele e você não tem a certeza de lhe apetecer, poderá responder delicadamente: "Terei de pensar nisso, volto a telefonar dentro de uns minutos."
Não dê justificações, nem pretextos inventados que pode esquecer, nem mentiras que só complicarão a sua vida.
Diga o que tem a dizer com tacto e consideração.
Recusar algo a alguém não significa atacá-lo até à morte.
"Não me apetece ir, será uma perda completa de tempo".
Não caia no erro de discutir, especialmente quando a outra pessoa se torna agressiva.
Mantenha a calma e faça um sorriso.
Estas são as suas melhores armas contra aqueles que fazem de conta que estão chocados com a sua recusa repentina de não ceder aos desejos deles.
Evite entrar em discussões acerca da razão que o levou a recusar.
O seu marido (ou a sua mulher) chega a casa do trabalho e avisa-a de que convidou um colega para jantar no sábado.
Ele sabe o quanto você estava com vontade de sair no sábado, para ir ao cinema ou ao teatro, portanto vai tentar fazê-la mudar de ideias.
Se tem mesmo vontade de ir ao cinema ou ao teatro, então não existe qualquer razão para não ir.
Não se deixe envolver numa longa discussão, que poderá levar a uma briga, durante a qual o mais provável é dizerem-se coisas de que irão arrepender-se.
Simplesmente repita delicada e calmamente o seu desejo de sair nessa noite.
O seu marido pode muito bem receber os convidados sozinho.
ele terá de dar uma explicação para a minha ausência."
Esse é um problema dele e não seu.
Não há razão nenhuma para inventar uma desculpa porque disse que não a alguém.
Ao dar uma desculpa, coloca-se numa posição inferior, revela o seu receio e dá a impressão à outra pessoa de que é possível quebrar as suas defesas e fazê-lo mudar de ideias.
Seguir-se-á uma discussão e provavelmente acabará por dizer sim, só para ter um pouco de paz e sossego.
Eis boas notícias: de acordo com especialistas, o primeiro "não" é o mais difícil.
Quando se aperceber de que não causou nenhum desastre cataclísmico, então será mais fácil dizer não uma segunda vez.
Por que razão se tem de pedir?
Porque afirmar-se requer mais do que responder negativamente.
Todos gostam de dar, pois dar faz crescer o ego, faz-nos sentir melhores e cria um sentimento profundo de satisfação.
Mas se não se pede nada, corre-se o risco de se ser passado para trás.
Os outros nem sempre podem adivinhar aquilo que se espera deles.
Nem têm a obrigação de tentar perceber o que o outro pretende.
Até o seu marido, os seus pais e os seus amigos mais próximos, não podem saber exactamente o que se passa na sua cabeça no momento preciso em que deseja algo.
Os seus amigos e familiares terão muito gosto em fazer uma surpresa para si!
Por outro lado, se está sempre a dizer que os aniversários não têm qualquer significado para si, que deixou de contar os anos, etc., então não se surpreenda se o seu marido se esquecer de lhe dar um presente.
Imaginemos que existe uma vaga no seu emprego que lhe interessa muito.
Não fique à espera de que lha ofereçam.
Vá falar com o seu superior e diga-lhe aquilo que pretende.
Explique como faria esse trabalho e por que razão se sente habilitado para o fazer.
Talvez o auto-sacrifício e a modéstia sejam virtudes cristãs, mas pode ter a certeza de que não foi isso que deu a coroa a Napoleão nem o que permitiu a Ronald Reagan governar durante dois mandatos na Casa Branca.
Quais as decisões que acha mais difíceis de tomar?
Existem maneiras de dizer não sem magoar --tem de ser diplomático e sensível e, ao mesmo tempo, firme e directo.
Mas a autoconfiança também tem o seu lado positivo: saber pedir.
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